Após meu último negativo foi difícil me recuperar, mas nada como um dia após o outro e a certeza de que Deus está conosco nessa luta.
Fiz check-up anual já pensando em fazer uma nova tentativa no final do ano.
Escolher um bom GO é quase uma missão impossível! Já passei por vários, mas nenhum atende as minhas expectativas.
Na histerossalpingografia apareceu uma sugestão de mioma submucoso e ou sinéquia. O GO disse que não era nada de mais e que estava tudo bem. Nada me impedia de engravidar. Claro que fiquei com a pulga atrás da orelha e recorri ao meu Dr. Anjo da guarda.
De imediato ele disse que mioma ou sinéquia atrapalham sim uma possível gravidez e pediu que eu fizesse uma histeroscopia cirúrgica para ter certeza do que se tratava e já fazer a retirada em cirurgia.
Imagina se eu tivesse acreditado no GO e não verificasse o que realmente estava na imagem do exame?
Graças a Deus consegui um ótimo médico para fazer a histeroscopia e no laudo contou que se tratava de uma sinéquia que foi retirada no procedimento.
Após a cirurgia eu deveria esperar 2 ciclos e iniciar minha nova tentativa.
Esperei os 2 ciclos e voltei essa semana com meu médico para iniciar os preparativos de uma nova tentativa.
Fui direto para a sala de USG e durante o exame, para minha surpresa e frustração do médico, não havia nenhum folículo nos meus ovários!
Fiquei estarrecida, no chão, sem óvulos não havia o que fazer!
Como sempre meu Dr. Anjo da guarda não me deixou desanimar. Pediu para repetir vários exames e dessa vez não havia mais como fugir do Anti-Mulleriano (AMH) para verificar a situação dos meus ovários.
Conversamos também sobre a indicação de ovodoação e dessa vez a resposta que ele me deu foi diferente. Sim, agora eu tenho indicação para a ovodoação. A realização do meu sonho poderá depender da doação de óvulos!
De certa forma eu já estava prepara para a chagada desse momento. Só não esperava que fosse agora e por realmente não ter mais óvulos.
Resolvemos já deixar a ovodoação como plano B caso meus ovários tenham se aposentado e entramos na lista para recepção de óvulos. A bióloga já me informou na hora que havia 2 possíveis doadoras a serem confirmadas.
Chorei demais, juntei meus cacos e fui fazer os exames solicitados.
Descobri então que o meu FSH já estava em 18,3. Um grande susto! Esse é um indicador do motivo de não haver nenhum folículo nos meus ovários.
Combinei com meu marido que tomaríamos a decisão baseados no resultado do AMH, pois sinceramente cheguei a conclusão de que não temos mais condições de dar murros em ponta de faca e se há um caminho, uma chance, por que não tentarmos outro caminho?
Será que este é o caminho que Deus preparou para mim?
Este é um espaço para mulheres que como eu vivem o drama da infertilidade e através da FIV sonham em realizar o sonho da maternidade.
domingo, 23 de novembro de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
Uma batalha perdida, mas não a guerra!
Após todo o meu esforço, psicológico, físico e financeiro, infelizmente recebi mais um negativo!
Ainda estou sem chão! A tristeza é tão grande e me faz pensar 'por que comigo?', 'o que eu fiz para merecer tanto sofrimento?', mas nunca tenho uma resposta.
Enquanto eu choro a falta dos meu filhos, com certeza tem alguma mãe maltratando, matando ou abandonando um filho. Mas só posso pensar o quanto serei abençoada como mãe e amarei meu filhos mais do que tudo nesse mundo!
Sinto como se eu estivesse batendo na porta de Deus e Ele mesmo estando em casa não abre.
Agora só me resta juntar meus caquinhos e tentar me fortalecer para a próxima batalha.
Não terei condições financeiras de lutar tão cedo, mas não desistirei até ter meus filhos nos braços.
Planejo estar pronta até o fim deste ano e quem sabe finalmente chegue a minha hora de ser mãe!
Ainda estou sem chão! A tristeza é tão grande e me faz pensar 'por que comigo?', 'o que eu fiz para merecer tanto sofrimento?', mas nunca tenho uma resposta.
Enquanto eu choro a falta dos meu filhos, com certeza tem alguma mãe maltratando, matando ou abandonando um filho. Mas só posso pensar o quanto serei abençoada como mãe e amarei meu filhos mais do que tudo nesse mundo!
Sinto como se eu estivesse batendo na porta de Deus e Ele mesmo estando em casa não abre.
Agora só me resta juntar meus caquinhos e tentar me fortalecer para a próxima batalha.
Não terei condições financeiras de lutar tão cedo, mas não desistirei até ter meus filhos nos braços.
Planejo estar pronta até o fim deste ano e quem sabe finalmente chegue a minha hora de ser mãe!
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Rumo à vitória!!!
Hoje fiz a minha TEC. Transferi 2 blastocistos, lindos!!!
Chegar até aqui já foi uma vitória muito grande, depois de tudo que passei.
Sinto uma emoção tão grande dentro de mim por saber que carrego os meus babies que tanto sonhei aqui dentro do meu ventre. Hoje sei que tenho 2 vidas crescendo dentro de mim.
Tudo que poderia ter feito, foi feito até aqui. Agora tudo está entregue as mãos de Deus e com certeza não existem melhores mãos para cuidar dos meus filhos.
Espero que finalmente tenha chegado a minha hora de comemorar o meu positivo e viver o sonho que luto para conquistar há tanto tempo: ser mãe!
Após a TEC fica a grande dúvida : O que devemos sentir? Infelizmente não existe uma receita pronta que responda essa questão. As medicações que são tomadas nessa fase, acabam causando sintomas que podem facilmente ser confundidos com uma gravidez.
Vi em um site uma tabela com o dia a dia pós transferência de blastocistos que pode nos ajudar a entender melhor tudo que acontece dentro de nós até o beta.
Fonte: http://www.nyufertilitycenter.org/ivf/embryo_transfer
A orientação do meu médico é que o exame seja feito no D9 para confirmação da gravidez.
Agora me resta confiar e esperar!
Chegar até aqui já foi uma vitória muito grande, depois de tudo que passei.
Sinto uma emoção tão grande dentro de mim por saber que carrego os meus babies que tanto sonhei aqui dentro do meu ventre. Hoje sei que tenho 2 vidas crescendo dentro de mim.
Tudo que poderia ter feito, foi feito até aqui. Agora tudo está entregue as mãos de Deus e com certeza não existem melhores mãos para cuidar dos meus filhos.
Espero que finalmente tenha chegado a minha hora de comemorar o meu positivo e viver o sonho que luto para conquistar há tanto tempo: ser mãe!
Após a TEC fica a grande dúvida : O que devemos sentir? Infelizmente não existe uma receita pronta que responda essa questão. As medicações que são tomadas nessa fase, acabam causando sintomas que podem facilmente ser confundidos com uma gravidez.
Vi em um site uma tabela com o dia a dia pós transferência de blastocistos que pode nos ajudar a entender melhor tudo que acontece dentro de nós até o beta.
5-Day Transfer
| Days Past Transfer (DPT) | Embryo Development |
| One | The blastocyst begins to hatch out of its shell |
| Two | The blastocyst continues to hatch out of its shell and begins to attach itself to the uterus |
| Three | The blastocyst attaches deeper into the uterine lining, beginning implantation |
| Four | Implantation continues |
| Five | Implantation is complete, cells that will eventually become the placenta and fetus have begun to develop |
| Six | Human chorionic gonadotropin (hCG) starts to enter the blood stream |
| Seven | Fetal development continues and hCG continues to be secreted |
| Eight | Fetal development continues and hCG continues to be secreted |
| Nine | Levels of hCG are now high enough to detect a pregnancy |
A orientação do meu médico é que o exame seja feito no D9 para confirmação da gravidez.
Agora me resta confiar e esperar!
terça-feira, 8 de abril de 2014
... E o obstáculo ficou para trás!
Fui fazer a bendita histeroscopia, morrendo de medo e fui surpreendida.
Não foi insuportável de aguentar a dor e a médica do Salomão é maravilhosa. Ela me deu toda atenção e me passou muita segurança. Tenho certeza que Deus sempre coloca anjos na nossa vida para nos ajudar a seguir nosso caminho!
O exame mostrou que não havia NADA! Se havia realmente alguma aderência, ela se desfez sozinha. Para mim é Deus me amparando e me conduzindo para a vitória!
Tive que esperar um novo ciclo, que está sendo maravilhoso, para fazer a minha transferência.
Dia 10/03 será o início da minha vitória. Os meus bebês estarão no meu ventre, protegidos e lutando para virem a esse mundo.
Peço a Deus que permita que a minha vitória chegue. Que os meus babies sejam gerados com muita saúde e que eu possa ser a melhor mãe que eles poderiam ter!
Sempre digo que passar por todo esse processo da FIV não é fácil, mas ainda sim Deus nos abençoou com um "Plus" que quem engravida naturalmente não tem: Nós podemos curtir nossos filhos desde o primeiro momento deles dentro de nós, pois até que nos provem o contrário, a transferência é o início da nossa gravidez!!!
Não foi insuportável de aguentar a dor e a médica do Salomão é maravilhosa. Ela me deu toda atenção e me passou muita segurança. Tenho certeza que Deus sempre coloca anjos na nossa vida para nos ajudar a seguir nosso caminho!
O exame mostrou que não havia NADA! Se havia realmente alguma aderência, ela se desfez sozinha. Para mim é Deus me amparando e me conduzindo para a vitória!
Tive que esperar um novo ciclo, que está sendo maravilhoso, para fazer a minha transferência.
Dia 10/03 será o início da minha vitória. Os meus bebês estarão no meu ventre, protegidos e lutando para virem a esse mundo.
Peço a Deus que permita que a minha vitória chegue. Que os meus babies sejam gerados com muita saúde e que eu possa ser a melhor mãe que eles poderiam ter!
Sempre digo que passar por todo esse processo da FIV não é fácil, mas ainda sim Deus nos abençoou com um "Plus" que quem engravida naturalmente não tem: Nós podemos curtir nossos filhos desde o primeiro momento deles dentro de nós, pois até que nos provem o contrário, a transferência é o início da nossa gravidez!!!
sábado, 15 de março de 2014
E no caminho havia uma pedra...
Quando eu pensei que seria penas uma questão de dias até a minha transferência, o USG mostrou uma possível aderência no meu endométrio que posteriormente foi confirmada.
É difícil não desanimar com algo assim, mas me mantive forte. Seria muito pior não descobrir essa aderência, transferir meus embriões perfeitinhos e não conseguir engravidar.
Por pior que seja, descobrir foi o melhor que poderia acontecer.
Agora deverei fazer a histeroscopia diagnóstica para ver a condição da aderência e do meu endométrio.
Superada a minha condição me restou apenas o medo desse exame. Algumas mulheres relatam ter sentido dor e outras não. Espero ficar no time das que não sentiram.
O que realmente devemos esperar desse exame?
O QUE É HISTEROSCOPIA?
É um procedimento cirúrgico realizado por dentro da vagina e do canal do colo uterino utilizando uma fina ótica que permite visualizar a cavidade uterina e identificar eventuais doenças existentes dentro do útero. A histeroscopia pode ser diagnóstica ou terapêutica.
A histeroscopia diagnóstica pode ser realizada em regime ambulatorial (no consultório) e tem por objetivo apenas a visualização interna do útero; caso sejam encontradas quaisquer alterações, há necessidade de programar uma histeroscopia cirúrgica para o tratamento dessa alteração. O exame é realizado com uma câmera fina que é introduzida por dentro da vagina e do colo do útero, com uma anestesia local no colo uterino. A maioria das mulheres tolera bem o exame, mas algumas podem sentir desconforto e até mesmo dor. Rotineiramente preferimos realizar o exame sob sedação no centro cirúrgico para evitar maiores desconfortos e aumentar a segurança do procedimento.
A histeroscopia cirúrgica é indicada nos casos em que existe alguma alteração comprovada dentro do útero para o tratamento de pólipos, miomas submucosos, espessamento endometrial, malformações da cavidade uterina, sinéquias (aderências intra-uterinas), etc.
INDICAÇÕES PRINCIPAIS DE HISTEROSCOPIA
As principais indicações para a histeroscopia incluem o exame da cavidade uterina para desordens menstruais e de fertilidade, acesso direto para cirurgia intra-uterina, e acesso da parte inicial da trompa para a sua visualização ou para a realização de esterilização.
De um modo geral, os seguintes procedimentos podem ser realizados por histeroscopia:
• Polipectomia - remoção de pólipos endometriais ou endocervicais;
• Miomectomia - remoção de miomas submucosos (os miomas intramurais e subserosos não podem ser tratados por histeroscopia!);
• Avaliação de sangramento uterino anormal - principalmente nas mulheres próximo à menopausa ou nas mulheres menopausadas, com o intuito principal de avaliar o endométrio e coletar biópsias para excluir casos de doenças malignas ou pré-malignas;
• Lise de sinéquias intra-uterinas - consiste em desfazer aderências dentro do útero, que podem impedir a gravidez ou bloquear a saída da menstruação;
• Esterilização - existe a possibilidade de se realizar um procedimento de esterilização por histeroscopia utilizando o dispositivo chamado de Essure.
• Rotina pré-procedimento de fertilização in vitro - avaliar a cavidade endometrial antes de realizar procedimentos de FIV, para se ter certeza de que não há nenhuma alteração intra-uterina que possa atrapalhar a FIV;
• Tratamento de malformações uterinas - principalmente alguns tipos de septo uterino que podem dificultar a gravidez e provocar abortamentos;
• Outros.
COMO É FEITO O PROCEDIMENTO?
O procedimento cirúrgico terapêutico necessita de anestesia, podendo ser uma sedação (anestesia geral) ou um bloqueio (raquidiana). A escolha pelo tipo de anestesia depende do tipo de cirurgia a ser realizada e da experiência do cirurgião com cirurgias por histeroscopia.
A mulher é colocada em posição ginecológica. O colo uterino é dilatado com um instrumento chamado de vela de Hegar para permitir a passagem do histeroscópio para dentro do útero. O procedimento cirúrgico proposto é realizado (normalmente retirada de pólipo OU endometrectomia OU miomectomia OU lise de sinéquias OU correção de malformações da cavidade uterina OU biópsia endometrial).
QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES QUE PODEM OCORRER?
• Sangramento no intra-operatório;
• Perfuração uterina, podendo haver sangramento e, em algumas ocasiões, necessidade de cirurgia abdominal para a hemostasia (parar o sangramento) do útero;
• Lesão de órgãos adjacentes como a bexiga ou as alças intestinais, sendo necessária a realização de cirurgia abdominal para reparo das lesões e eventualmente a presença de algum cirurgião especializado;
• Falso trajeto no colo uterino ou no útero, havendo necessidade de interromper o procedimento e o reagendar para outra data;
• Dificuldade para dilatação do colo uterino (principalmente em pacientes na pós-menopausa), impossibilitando a realização do procedimento pois não há como passar o aparelho por dentro do colo quando não se consegue dilatá-lo;
• Síndrome de overload (intoxicação hídrica) – para evitar esta grave complicação é utilizado um sistema para se quantificar o volume de líquido absorvido pelo organismo da pessoa submetida ao procedimento. Quando este volume é superior a 750ml a 1 litro, invariavelmente deve-se suspender o procedimento e terminá-lo em um segundo tempo;
• Reações alérgicas de menor ou maior intensidade (choque anafilático);
• Necessidade de complementação do tratamento em um segundo procedimento histeroscópico.
IMAGENS DE HISTEROSCOPIA

Pólipo de canal cervical

Pólipo endometrial

Pólipo endometrial

Reposicionamento de DIU por histeroscopia

Presença de fio de cesariana dentro do útero

Mioma submucoso

Sinéquias intra-uterinas
AUTORES: Dr. William Kondo e Dra. Monica Tessmann Zomer Kondo
Fonte: http://www.endoscopiaginecologica.med.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=3:histeroscopia&Itemid=150
É difícil não desanimar com algo assim, mas me mantive forte. Seria muito pior não descobrir essa aderência, transferir meus embriões perfeitinhos e não conseguir engravidar.
Por pior que seja, descobrir foi o melhor que poderia acontecer.
Agora deverei fazer a histeroscopia diagnóstica para ver a condição da aderência e do meu endométrio.
Superada a minha condição me restou apenas o medo desse exame. Algumas mulheres relatam ter sentido dor e outras não. Espero ficar no time das que não sentiram.
O que realmente devemos esperar desse exame?
O QUE É HISTEROSCOPIA?
É um procedimento cirúrgico realizado por dentro da vagina e do canal do colo uterino utilizando uma fina ótica que permite visualizar a cavidade uterina e identificar eventuais doenças existentes dentro do útero. A histeroscopia pode ser diagnóstica ou terapêutica.
A histeroscopia diagnóstica pode ser realizada em regime ambulatorial (no consultório) e tem por objetivo apenas a visualização interna do útero; caso sejam encontradas quaisquer alterações, há necessidade de programar uma histeroscopia cirúrgica para o tratamento dessa alteração. O exame é realizado com uma câmera fina que é introduzida por dentro da vagina e do colo do útero, com uma anestesia local no colo uterino. A maioria das mulheres tolera bem o exame, mas algumas podem sentir desconforto e até mesmo dor. Rotineiramente preferimos realizar o exame sob sedação no centro cirúrgico para evitar maiores desconfortos e aumentar a segurança do procedimento.
A histeroscopia cirúrgica é indicada nos casos em que existe alguma alteração comprovada dentro do útero para o tratamento de pólipos, miomas submucosos, espessamento endometrial, malformações da cavidade uterina, sinéquias (aderências intra-uterinas), etc.
INDICAÇÕES PRINCIPAIS DE HISTEROSCOPIA
As principais indicações para a histeroscopia incluem o exame da cavidade uterina para desordens menstruais e de fertilidade, acesso direto para cirurgia intra-uterina, e acesso da parte inicial da trompa para a sua visualização ou para a realização de esterilização.
De um modo geral, os seguintes procedimentos podem ser realizados por histeroscopia:
• Polipectomia - remoção de pólipos endometriais ou endocervicais;
• Miomectomia - remoção de miomas submucosos (os miomas intramurais e subserosos não podem ser tratados por histeroscopia!);
• Avaliação de sangramento uterino anormal - principalmente nas mulheres próximo à menopausa ou nas mulheres menopausadas, com o intuito principal de avaliar o endométrio e coletar biópsias para excluir casos de doenças malignas ou pré-malignas;
• Lise de sinéquias intra-uterinas - consiste em desfazer aderências dentro do útero, que podem impedir a gravidez ou bloquear a saída da menstruação;
• Esterilização - existe a possibilidade de se realizar um procedimento de esterilização por histeroscopia utilizando o dispositivo chamado de Essure.
• Rotina pré-procedimento de fertilização in vitro - avaliar a cavidade endometrial antes de realizar procedimentos de FIV, para se ter certeza de que não há nenhuma alteração intra-uterina que possa atrapalhar a FIV;
• Tratamento de malformações uterinas - principalmente alguns tipos de septo uterino que podem dificultar a gravidez e provocar abortamentos;
• Outros.
COMO É FEITO O PROCEDIMENTO?
O procedimento cirúrgico terapêutico necessita de anestesia, podendo ser uma sedação (anestesia geral) ou um bloqueio (raquidiana). A escolha pelo tipo de anestesia depende do tipo de cirurgia a ser realizada e da experiência do cirurgião com cirurgias por histeroscopia.
A mulher é colocada em posição ginecológica. O colo uterino é dilatado com um instrumento chamado de vela de Hegar para permitir a passagem do histeroscópio para dentro do útero. O procedimento cirúrgico proposto é realizado (normalmente retirada de pólipo OU endometrectomia OU miomectomia OU lise de sinéquias OU correção de malformações da cavidade uterina OU biópsia endometrial).
QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES QUE PODEM OCORRER?
• Sangramento no intra-operatório;
• Perfuração uterina, podendo haver sangramento e, em algumas ocasiões, necessidade de cirurgia abdominal para a hemostasia (parar o sangramento) do útero;
• Lesão de órgãos adjacentes como a bexiga ou as alças intestinais, sendo necessária a realização de cirurgia abdominal para reparo das lesões e eventualmente a presença de algum cirurgião especializado;
• Falso trajeto no colo uterino ou no útero, havendo necessidade de interromper o procedimento e o reagendar para outra data;
• Dificuldade para dilatação do colo uterino (principalmente em pacientes na pós-menopausa), impossibilitando a realização do procedimento pois não há como passar o aparelho por dentro do colo quando não se consegue dilatá-lo;
• Síndrome de overload (intoxicação hídrica) – para evitar esta grave complicação é utilizado um sistema para se quantificar o volume de líquido absorvido pelo organismo da pessoa submetida ao procedimento. Quando este volume é superior a 750ml a 1 litro, invariavelmente deve-se suspender o procedimento e terminá-lo em um segundo tempo;
• Reações alérgicas de menor ou maior intensidade (choque anafilático);
• Necessidade de complementação do tratamento em um segundo procedimento histeroscópico.
IMAGENS DE HISTEROSCOPIA
Pólipo de canal cervical
Pólipo endometrial
Pólipo endometrial
Reposicionamento de DIU por histeroscopia
Presença de fio de cesariana dentro do útero
Mioma submucoso
Sinéquias intra-uterinas
AUTORES: Dr. William Kondo e Dra. Monica Tessmann Zomer Kondo
Fonte: http://www.endoscopiaginecologica.med.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=3:histeroscopia&Itemid=150
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
FIV, a saga - parte 3.2
No dia 1º de fevereiro começou o meu ciclo, no dia 03 comecei a minha nova indução com Elonva 150.
O primeiro USG mostrou 5 folículos no ovário esquerdo e 1 folículo no ovário direito.
Hoje dia 06, todos os folículos continuam se desenvolvendo, sendo que o folículo do ovário direito está atrasado em comparação aos outros 5.
Amanhã devo começar com a heparina e o orgalutran.
Estou feliz e confiante, pois esse está sendo o meu melhor ciclo. Creio que isso se deva ao Elonva e ao DHEA que tomei desde novembro, além de o fato de estar estimulando os ovários em ciclos seguidos.
Com certeza está foi a melhor estratégia que o meu médico adotou: mudar medicação, fazer mais de um ciclo, congelar blastocisto e transferir todos os embriões juntos (frescos e congelado).
Agora é aguardar o desenvolvimento dos folículos e capta-los!
Tenho consciência de que tudo que poderia fazer está sendo feito, então só me resta confiar em Deus e torcer para que tudo dê certo!
O primeiro USG mostrou 5 folículos no ovário esquerdo e 1 folículo no ovário direito.
Hoje dia 06, todos os folículos continuam se desenvolvendo, sendo que o folículo do ovário direito está atrasado em comparação aos outros 5.
Amanhã devo começar com a heparina e o orgalutran.
Estou feliz e confiante, pois esse está sendo o meu melhor ciclo. Creio que isso se deva ao Elonva e ao DHEA que tomei desde novembro, além de o fato de estar estimulando os ovários em ciclos seguidos.
Com certeza está foi a melhor estratégia que o meu médico adotou: mudar medicação, fazer mais de um ciclo, congelar blastocisto e transferir todos os embriões juntos (frescos e congelado).
Agora é aguardar o desenvolvimento dos folículos e capta-los!
Tenho consciência de que tudo que poderia fazer está sendo feito, então só me resta confiar em Deus e torcer para que tudo dê certo!
to be continued...
***
Captação
Após iniciar a indução com sucesso ( 5 folículos), no "último" USG antes da captação, vimos que havia 1 folículo dominante e os outros estavam atrasados.
Então meu médico achou melhor passar mais uma dose de Menopur 225UI e Orgalutran para tentar fazer com que mais folículos desenvolvessem para captarmos. Essa medida poderia não funcionar e causar a perda do folículo dominante.
Fiquei arrasada, pois até em tão a minha indução tinha sido a melhor e não havia como prever essa situação desesperadora.
Pedi muito a Deus que fizesse um milagre nessa situação toda e que desse tudo certo.
No dia seguinte voltei no consultorio para o último USG e infelizmente nada havia mudado.
Sem mais opções, meu médico marcou a captação para Domingo.
Só Deus sabe o sofrimento que passei nesses dois dias antes da captação. O medo que senti de chegar no centro cirúrgico e não ter óvulos para serem captados, mas Deus é fiel e não abandona seus filhos nunca.
Domingo, dia 16/02, fui firme e forte para o Santa Joana fazer a captação. Meu médico começou o USG e para nossa surpresa haviam 3 folículos com um bom tamanho.
Após eu voltar da anestesia, meu médico me comunicou que os 3 folículos foram captado e agora nos restava torcer para que todos estivessem maduros e fertilizassem, porém a transferência não seria feita nesse ciclo, pois o meu endométrio estava fino, dessa forma faríamos um novo congelamento.
Estou muito tranquila e confiante de que tudo dará certo!!!
To be continued...
***
Fertilização dos óvulos
A semana pós captação sempre é um tormento. O medo em não ter embriões para quem sempre produz poucos óvulos, é muito grande.
Um dia após a captação tive a informação de que os 3 óvulo captados estavam maduros, mas apenas 2 haviam fertilizado.
No D2 os 2 embriões haviam evoluído e estavam com a seguinte classificação: 4A e 4B. Aí começou a minha preocupação... Surgiu então um grande desejo em ter um cãopanheiro e comecei a procurar um Spitz Alemão para suprir esse desejo.
No D3 apenas 1 embrião havia evoluído com a classificação 9A. O embrião que antes estava 4B parou. Foi aqui que surtei. Por mais que eu tenha entregado todo o meu tratamento e o meu sonho de ser mãe nas mãos de Deus, o medo é muito grande em perder tudo que eu já havia conquistado até aqui.
No D4 não é possível saber a classificação, pois o estágio é de Mórula, sendo necessário aguardar o D5 para verificar se o embrião alcançou o estágio de blastocisto.
No D5 recebi a grande notícia de que o meu blastocisto já havia sido congelado com ótima qualidade. Foi uma alegria imensa, um grande alívio, uma vitória.
Mais uma batalha foi vencida e Deus me abençoou com 2 blastocisto de qualidade que serão transferidos no próximo ciclo. Me abençoou também com a oportunidade de encontrar um Spitz pelo qual me apaixonei de imediato.
Deus me mostrou que jamais desampara um filho que deposita toda a sua fé Nele.
Agora é aguardar o próximo ciclo para transferir meus filhos tão desejados e amados e acreditar que Deus me fará vitória e permitirá que eu gere meus tão sonhados gêmeos com muita saúde.
Este é o Theo, meu filhotinho espoletinha!!!
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Qual o sexo do seu bebê? (tabela chinesa)
Que mãe que não fica ansiosa para saber o sexo do seu bebê?
Esperar essa resposta através do USG pode demorar mais do que o previsto, pois depende muito da posição do bebê no momento do exame.
Para quem não aguenta esperar para saber existe a sexagem fetal que pode ser feita à partir da 8ªq semana de gravidez, mas é um exame relativamente caro e não coberto pelos planos de saúde.
Uma opção descompromissada é a tabela chinesa. Disse descompromissada, pois sua taxa de acertos não é 100%
Encontrei um site muito interessante que apresenta uma versão mais dinâmica da tabela e facilita o cálculo.
Se essa tabela estiver certa tenho uma menininha congelada e esse mês terei um menininho para se unir a picolézinha e vir crescer aqui dentro da mamãe. Imagina que sonho lindo!!!
Clique aqui para consultar a Tabela chinesa
Fonte: http://content.thebump.com/sitelets/chinese-gender-chart/
Esperar essa resposta através do USG pode demorar mais do que o previsto, pois depende muito da posição do bebê no momento do exame.
Para quem não aguenta esperar para saber existe a sexagem fetal que pode ser feita à partir da 8ªq semana de gravidez, mas é um exame relativamente caro e não coberto pelos planos de saúde.
Uma opção descompromissada é a tabela chinesa. Disse descompromissada, pois sua taxa de acertos não é 100%
Encontrei um site muito interessante que apresenta uma versão mais dinâmica da tabela e facilita o cálculo.
Se essa tabela estiver certa tenho uma menininha congelada e esse mês terei um menininho para se unir a picolézinha e vir crescer aqui dentro da mamãe. Imagina que sonho lindo!!!
Clique aqui para consultar a Tabela chinesa
Fonte: http://content.thebump.com/sitelets/chinese-gender-chart/
Assinar:
Postagens (Atom)



